
UNIVERSIDADE DA MADEIRA- Uma. Funchal - Portugal.
MESTRADO
A inclusividade e ações norteadoras de práticas ambientais quanto ao problema do “LIXO” escolar produzido. Desenvolvidas com as crianças do 1º ano do Ensino Fundamental I da Escola Municipal Professor José Marcelino Xavier no Município de Pesqueira – Pernambuco.
Ivanildo José do Nascimento.
Recife, 2010.
Ivanildo José do Nascimento
A inclusividade e ações norteadoras de práticas ambientais quanto ao problema do “LIXO” escolar produzido. Desenvolvidas com as crianças do 1º ano do Ensino Fundamental I da Escola Municipal Professor José Marcelino Xavier no Município de Pesqueira – Pernambuco.
Pré Projeto apresentado ao Curso de Mestrado em Ciências da Educação – Área Inovação Pedagógica da Universidade da Madeira – Funchal – Portugal. Em cumprimento as exigências da Disciplina Investigação
Recife, 2010.
1. TÍTULO:
A inclusividade e ações norteadoras de práticas ambientais quanto ao problema do “LIXO” escolar produzido. Desenvolvidas com as crianças do 1º ano do Ensino Fundamental I da Escola Municipal Professor José Marcelino Xavier no Município de Pesqueira – Pernambuco.
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2. PROBLEMÁTICA:
Partindo da minha vivência em sala de aula na escola pública, nestes 20(vinte) anos de docência na área de Ciências. Observei em inúmeras situações a ausência de Informação, Sensibilização e Estimulação quanto ao lixo produzido na escola municipal Professor José Marcelino Xavier. Esta situação me inquietou e por diversas vezes fui conduzido a reflexões interrogativas: Como resolver o problema do lixo produzido nesta escola? Qual a maneira de levar informação? Como tocar (sensibilizar) as crianças? Quais os estímulos para atacar o problema? Como inserir as crianças nesta problemática de forma prática e ativa? Como desenvolver ações a partir de atividades simples que possibilitassem uma sensibilização e que despertasse um estímulo quanto ao sério problema do lixo. Diariamente as crianças nesta escola cometem atos destruidores (mesmo de forma inocente) em relação ao meio ambiente. Normalmente elas jogam papel de balas, chicletes, palitos, lápis, borrachas, latas, plásticos, réguas e outros materiais didáticos pedagógicos que formam o universo escolar. Estas práticas cotidianas e simples desencadeiam inúmeros problemas ambientais e provocam uma avançada destruição dos recursos naturais. Conduz a uma degradação ambiental e um risco iminente de um colapso ecológico. Onde a situação já dá sinais de que a vida está cada vez mais ameaçada.
O lixo se tornou um sério problema no nosso meio. O homem sem perceber tornou-se inconsciente da sua dependência em relação ao meio ambiente. Desta forma em vez de ser construtor, tornou-se destruidor do meio ambiente, ou melhor, de si mesmo. A vida cada dia mais e mais caminha para um mundo artificial.
Vimos produção de lixo em sala de aula, no banheiro, no pátio e nas demais repartições e setores da escola. Estes locais recebem uma quantidade absurda de lixo diariamente. Tive uma constatação grave: não há um mínimo de comprometimento por parte de muitos professores e demais envolvidos no processo educacional quanto à questão do lixo. Não há projetos a respeito da utilização e reutilização do lixo. Bem como não existe orientação aonde deve ser colocado o lixo e como deve ser colocado, de acordo com a sua reutilização ou descarte total. O problema do lixo é nosso e é preciso tomar iniciativas a respeito. Já que produzimos cerca de 300 quilos por ano de lixo por cada pessoa. Este lixo que em sua grande maioria passa muito tempo em contato com o ambiente, poluindo o mesmo. É muito comum jogar papel no chão,este passa cerca de 06 (seis) meses para poder ser decomposto. O chiclete chega a ficar até 05(cinco) anos, o plástico e o metal passam um tempo de 100(cem) anos, a borracha passa um tempo indeterminado e o vidro atinge a incrível marca de 1000000(um milhão) de anos. Concluímos que não há como deixar de produzir lixo na escola, no entanto, é possível diminuir esta produção, e podemos também reutilizar e reaproveitar. Reduzindo o desperdício no nosso cotidiano, reutilizando sempre que possível, separando os materiais que pode ser reaproveitado e transformando mediante o processo de reciclagem, que é um dos meios viáveis benéficos para o meio ambiente. Diante da constatação do problema e sensibilização da necessidade e responsabilidade de intervirem, as crianças foram estimuladas a desenvolver juntos com os professores um programa permanente de coleta seletiva do lixo. Onde a própria escola será inicialmente o ponto de coleta. A escola fará o recolhimento do material separado e seu armazenamento será feito em um local adequado, após irá providenciar o destino final do lixo, que pode ser a comercialização dos materiais transformados e o encaminhamento dos demais materiais não transformados para as Usinas de reciclagem do lixo.
O lixo tem causando grandes mudanças no planeta, para isto verificamos diversos locais contaminados pelo lixo: Rios, barragens, açudes, esgotos, lixões e aterros sanitários. Tudo isto fazem parte da vida das pessoas e principalmente destas crianças. Com este envolvimento das crianças não foi muito difícil propor um conjunto de ações que pudessem recuperar conservar e preservar o meio ambiente. E várias ações foram desenvolvidas com e entre elas: como a coleta seletiva e a reutilização dos materiais mediante a reciclagem. Diversas simulações de utilização, reutilização e reciclagem foram desenvolvidas na escola e na comunidade. De acordo com este aspecto apresentado, vimos à importância de cuidar do lixo.
Mediante o contato e reflexão sobre o meio ambiente na escola em que elas vivem. Partindo do propósito de transferir responsabilidades quanto à recuperação, conservação e preservação do meio ambiente. Para uma tomada de decisão movida de um conjunto de ações a que venha tentar reverter o quadro de destruição em que o planeta se encontra. Por meio de contato e reflexão sobre o meio ambiente em que elas vivem, tocando na sensibilização destas crianças, estimulamos e incentivamos a aproximação das crianças com a natureza. É necessário levar estas crianças a sentir e viver o ambiente natural, para que elas possam identificar os seus problemas e possam formatar as ações que conduzam a um processo de longo prazo, mas de sucesso, de recuperação, preservação e conservação.
A escola é no contexto: o local de formação, reflexão e sensibilização para este grave problema. Ela é responsável por uma formação adequada face ao grave problema de destruição do Planeta. Já que estamos vivendo a era dos descartáveis, isto é, dos produtos que são utilizados praticamente uma única vez ou por pouco tempo e em seguida são jogados fora. Atualmente, lápis, canetas, cadernos, revistas, latas, livros, jornais, roupas, plásticos, CDs, etc. são utilizados em grande escala e estes após a utilização são descartados formando uma grande montanha de lixo. Essas ações praticadas contra a natureza estão conduzindo o meio ambiente a catástrofes disseminadoras da vida animal e vegetal. Entendemos que uma das saídas é voltar ao começo da vida e refazer o que está errado. As crianças são: a renovação de um novo ambiente, e estas que ingressaram na vida estudantil, que estão no 1º ano do Ensino Fundamental I na Escola Municipal Professor José Marcelino Xavier no Município de Pesqueira-PE. têm uma grande missão: recuperar, conservar e preservar o meio ambiente que elas vivem. Estas crianças poderão ser o recomeço de uma humanidade voltada para a conservação e preservação do Planeta. Elas poderão cuidar da recuperação. Elas sensibilizadas, instruídas, orientadas, sairão do falar e partirão para ação. Estas ações de caráter permanente e de maneira inclusiva no processo de ensino aprendizagem que visa transformar e gerar uma nova consciência na defesa do meio ambiente.
3. OBJETIVO GERAL:
Desenvolver um conjunto de ações norteadoras que sensibilizem e estimulem a realização de práticas ambientais quanto à questão do lixo produzido na escola. O que fazer com tanto lixo, como aproveitar e reaproveitar este lixo com as crianças do 1º ano do Ensino Fundamental I da Escola Municipal Professor José Marcelino Xavier no município de Pesqueira – PE. Ações que propiciarão uma possível recuperação, preservação e conservação do meio ambiente.
4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
4.1 – Conhecer o tipo de lixo que é produzido na escola e identificar o seu impacto no ambiente;
4.2 - Identificar os locais na escola que são produtores de lixo e verificar para aonde o mesmo é destinado;
4.3 - Realizar visitas a locais poluídos por destinação final do lixo: aterro sanitário e lixões;
4.4 – Realizar visitas a barragens, açudes, rios e demais locais poluídos pelo lixo produzido na escola;
4.5 – Desenvolver um conjunto de atividades práticas em sala de aula que visam à sensibilização, conscientização e estimulação de como cuidar do lixo escolar;
4.6 – Desenvolver atividades práticas de coleta seletiva do lixo na escola;
4.7 - Promover ações periódicas de despoluição, aproveitamento, reaproveitamento, utilização e reutilização do lixo escolar a partir de coleta seletiva e encaminhamento do mesmo para o destino final correto (aterro sanitário e Usina de reciclagem).
5. METODOLOGIA:
5.1 ETNOGRAFIA.
A pesquisa no campo etnográfico deste projeto tem uma abordagem de investigação científica qualitativa que faz parte do processo de desenvolvimento do mesmo. Esta abordagem propicia contribuições relevantes no campo da pesquisa qualitativa, e aponta de forma eficaz a situação em questão, bem como os possíveis caminhos que conduzirão a uma solução.
Realizar pesquisa etnográfica neste projeto implicou em colocar as crianças envolvidas como construtores de uma nova realidade, da sua própria realidade. Viu-se no seu desenvolvimento uma participação dinâmica, inovadora, crítica e que resultou em ações concretas de transformação do meio ambiente. Ações conjuntas refletidas e vivenciadas no objeto de pesquisa.
No caminhar do projeto, foram tomadas algumas medidas por parte do pesquisador para o sucesso do mesmo. Onde tivemos estudo de caso, observação participante, questionário e entrevistas.
5.2 ESTUDO DE CASO:
Este foi direcionado com o intuito de identificar a localização da escola e a formação familiar das crianças quanto aos seus hábitos referentes à destinação do lixo. Este estudo buscou identificar uma resposta da situação explicitada dentre tantas que poderão ser identificáveis. O mesmo não esgotará o campo solucionador, abrirá tão somente um caminho para as crianças transformarem com as suas práticas o meio ambiente. Verificou-se que a escola investigada fica localizada na periferia do município de Pesqueira, a mesma tem problemas de estruturas físicas e localização (já que fica bastante afastada do centro da cidade), isto é, fica um pouco esquecida pelo poder público. Quanto à formação familiar das crianças é quase inexistente já que estas são membros de famílias marginalizadas, muitos pais destas crianças vivem no submundo do crime, alguns já cumpriram sentenças na cadeia e outros ainda se encontram no presídio, o vício do alcoolismo é uma constante nestes lares. As crianças têm a escola como o seu ponto de apoio e fuga dos problemas que residem em seus lares. Diante deste quadro como receber formação para uma educação ambiental, como receber orientação para cuidar do lixo, se muitas vezes elas se consideram o próprio lixo da humanidade. A escola diante desta situação é o melhor veículo de informação e formação e esta deve ser a sua função. Desenvolvi a pesquisa com um grupo de 20(vinte) crianças/estudantes do 1º ano do Ensino Fundamental I desta escola citada e com alguns professores, com o propósito de modificar a sua formação conceitual e prática, sensibilizando e estimulando as mesmas a interferir no processo de degradação ambiental provocado pelo lixo, indicando formas de utilização, reutilização e reciclagem deste lixo.
5.3 OBSERVAÇÃO PARTICIPANTE:
A partir das minhas observações na escola municipal Professor José Marcelino Xavier em que desenvolvo a docência em aulas de Ciências. Senti-me responsável pela ausência de informação, sensibilização e estimulação quanto ao meio ambiente no que se refere ao problema do lixo. Incomodou-me sobremaneira a forma como é conduzida a formação (quase inexistente) das crianças que estão no 1º ano do Ensino Fundamental I. O quanto às mesmas não são orientadas (educadas) em relação à recuperação, preservação e conservação do meio ambiente em que elas vivem. Pude de início comprovar o descomprometimento dos professores neste processo de ensino aprendizagem formador. Tão significante para a vida destas crianças.
O que mais me instigava era como inserir de forma inclusiva ações a partir de atividades que dessem possibilidades das crianças se sentirem sensibilizadas, estimuladas a praticarem ações que resultassem na melhoria da qualidade de vida. Principalmente na qualidade de vida das próprias. Uma vez que cuidando do meio ambiente, elas estarão cuidando da sua própria existência no Planeta.
Nas minhas inúmeras visitas nesta escola, observei como a educação ambiental não faz parte da vida destas crianças. Vivendo com as crianças no seu cotidiano nesta escola, acompanhei as suas práticas contra o meio ambiente: papel, plástico, lápis, latas e outros materiais que são considerados lixos por elas, fazem parte do cotidiano delas na sala de aula e em outros compartimentos da escola. Verifiquei ainda como a sala de aula, o banheiro, o pátio e as demais repartições e setores da escola recebem uma quantidade absurda de lixo diariamente. “Tive ainda uma constatação mais grave:” não há um mínimo de comprometimento por parte dos professores e demais envolvidos no processo educacional quanto à questão do lixo”. Senti-me responsável por esta situação, que não pode continuar.
5.4 QUESTIONÁRIO:
Utilizei um questionário como técnica para obtenção de informações precisas sobre o problema identificado. Procurei objetivar o máximo possível e como tinha um foco na sensibilização e estimulação quanto ao objeto da pesquisa, foquei em 3(três) perguntas abertas: a 1ª(primeira) O que é lixo escolar? a 2ª(segunda) Quem é responsável pela produção do lixo escolar? E a 3ª(terceira) O que você pode fazer diante do problema do lixo escolar? Direcionei estas perguntas as crianças/estudantes e professores para obter dos mesmos informações consistentes quanto ao objeto pesquisado.
5.5 ENTREVISTAS:
A realização das entrevistas dialogadas com as crianças e professores me forneceram respostas que me deram comprovação do grave problema ambiental referente ao lixo escolar. Na primeira pergunta as respostas mais citadas foram: 1- lixo escolar são restos de coisas que não serve mais para nada, como por exemplo, estas bancas quebradas têm que ser jogadas no lixo; 2- lixo escolar é o que não servem mais pra gente, então a gente joga fora; 3- o lixo é tudo que não presta mais. Foi interessante observar que as respostas das crianças e dos professores não apresentaram uma discrepância significativa. Pelo contrário em muitas a resposta obteve uma sinonímia. Na segunda pergunta identificamos as seguintes respostas: 1- os alunos; 2- todos da escola, por que todo mundo nesta escola produz um pouco de lixo. Identificamos pelas respostas obtidas um reconhecimento no que diz respeito à responsabilidade na produção do lixo, senti em cada resposta dada certo sentimento de culpa por parte dos entrevistados, mais especificamente nos professores que conseguiram ver o quanto são responsáveis e ao mesmo tempo descomprometido com o meio ambiente. Já nas crianças o impacto foi menor, no entanto, o despertar para mudar a situação foi bem mais evidente e comprometedor. Algumas inclusive se colocaram disponível para realizar atividades em defesa do meio ambiente. Na terceira pergunta identifiquei respostas mais coesas e comprometidas com a mudança do quadro apresentado. As respostas apontaram algumas ações que nortearam uma prática face ao problema identificado e estudado. As crianças e professores deram as seguintes respostas: 1- Utilizar todo material de forma racional; 2- Reutilizar sempre para evitar a utilização de novos materiais; 3- Reciclar todo o material que puder.
6. CONCLUSÃO:
Na pesquisa foi possível detectar o problema do lixo escolar na escola citada. As entrevistas com as crianças e professores apontaram ações norteadoras inclusivas para redução do problema. identifiquei a vontade e disponibilidade para mudar a situação gerada com o problema do lixo.Não podemos deixar de produzir lixo, no entanto, é possível diminuir esta produção com informação e formação, podemos reutilizar e reaproveitar. Reduzindo o desperdício na nossa escola, reutilizando o mais possível, separando os materiais que pode ser reaproveitado e transformando mediante o processo de reciclagem, que é um dos meios viáveis benéficos para o meio ambiente e para nossa vida. Diante da constatação do problema e sensibilização da necessidade e responsabilidade de intervirem, as crianças com o apoio dos professores foram estimuladas a desenvolver junto com os professores um programa permanente de coleta seletiva do lixo. Onde a escola será o ponto de coleta. A escola fará o recolhimento do material separado e seu armazenamento será feito em um local adequado, após irá providenciar o destino final do lixo, que pode ser a comercialização dos materiais transformados e o encaminhamento dos demais matérias não transformados para as usinas de reciclagem do lixo. Este conjunto de ações norteadoras permanentes desenvolvidas na escola seguiu algumas etapas sistemáticas: 1- em convívio com as crianças e professores nesta escola tive o apoio da comunidade educativa e isto me forneceu condições de implantar as ações com a cooperação dos mesmos. 2- os materiais considerados lixos passaram a ser utilizados por professores e estudantes/crianças com uma nova visão de utilização e reutilização. Propomos conhecer a situação do lixo com material informativo em documentários, livros, revistas, internet e outras fontes, o que foi bem aceito pelos professores e as crianças envolvidas. Programamos visitações a lugares que se encontram contaminados pelo lixo: rios, barragens, açudes, lixões, esgotos e aterros. Nas visitas as crianças se sentiram como responsável pela construção de um mundo melhor (um mundo mais limpo). Estes locais que fazem parte da vida delas, até então desconhecidos tocaram de forma impressionante e não foi muito difícil propor um conjunto de ações que pudessem objetivar: recuperar, conservar e preservar o meio ambiente. As ações propostas foram inicialmente o reconhecimento do que é realmente lixo para poder classificá-lo. Este reconhecimento se deu mediante a separação do lixo produzido. Foram intensificadas as informações a respeito da correta utilização dos materiais visando uma maior durabilidade e menor reposição. A reutilização sempre que possível. A coleta seletiva será feita na escola com reservatórios confeccionados e identificados pelos próprios estudantes. E a reciclagem que transforma papel usado em papel novo, garrafas plásticas em carrinhos, vassouras, jarros e outros materiais de decoração. Este é apenas o início de um trabalho que poderá se disseminado para outras escolas. O ambiente escolar direcionado é uma das saídas para a transformação da realidade dos envolvidos. No contexto identificamos que a escola é fundamental no processo de transformação social e as crianças sensibilizadas, instruídas (orientadas) e estimuladas no tocante exposto: o lixo escolar. Estas podem fazer a diferença, não só para elas, mas para a sua família, sua comunidade, sua cidade, seu mundo.
